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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Cuiabá: Acusticamente Inesquecível



O evento Acústico Cult Wear no sábado foi com certeza o evento mais tranquilo e aconchegante do ano. “Nada de álcool e Muita música boa” era a ordem da casa, que, aliás, só obedeceram em relação à música (RS). Foi bem bacana a proposta da Rad Rocker, pois proporcionou visualizarmos um novo espaço a ser ocupado por bandas e produtores, a loja Cult Wear. Além disso, foi bacana ver as bandas cuiabanas mostrando seu lado acústico, porque afinal é assim que todas as composições nascem. Eu particularmente considero essa vibe a mais complicada, já que todos os nossos tropeços ficam evidentes com o som muito clean, mas ai que está o legal disso: Ver tudo fluindo naturalmente. Ao invés de distorções e músicos pulando no palco, a noite foi dos violões e dos pufes. Os garotos da Serramadre, por exemplo, mostraram que estão prontos para qualquer desafio, apresentaram suas versões acústicas muito bem construídas. No início um show meio morno, mas acho que foi mais pela ordem do repertório. Logo depois a coisa começou a esquentar, o vocalista Levy Rabone apresentou uma qualidade vocal incrível, pois como já falei, é complicado fazer acústico principalmente para os vocalistas e sinceramente, ele é a mais completa voz da “cena” do rock cuiabano atualmente (arrepiante). Logo após chega a Ponto Seis com o seu Reggae que agitou a todos, a banda chama atenção pelo repertório variado de covers e músicas autorais que vão desde o Hardcore, Reagge e Pop Rock. Foi interessante, ver como as bandas cuiabanas, pelo menos as que tocaram nessa noite, demonstraram bastante profissionalismo, e mais, se divertindo ao tocar. No caso da Ponto Seis podemos ver uma banda muito inspirada e inspirável, os garotos tem o poder imenso de cativar muitos fãs principalmente jovens.



E as apresentações não pararam por ai, ainda tivemos a presença da Lord Crossroad
que agora está de baixista novo, o Diego Fornalha músico veterano da cena, já tocou na banda The Melt há algum tempo. A banda também contou com a participação do guitarrista Mayconn Sauder que juntos fizeram um verdadeiro espetáculo acústico com todo o repertório da banda, com várias músicas conhecidas pelos cuiabanos. No mais o evento foi muito bacana, mais uma vez a Rad Rocker provou que estão com tudo e esperamos ver eventos cada vez melhores com certeza.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Almah: lançando single Trace of Trait + Clipe



Gostaria muito de abrir esse post com uma pergunta: O que fazem músicas como: The Number of he Beast, Painkiller, One, Stairway to heaven, Smoke on the Water dentre outras virarem clássicos? É obvio que essa pergunta além de redundante e sem destino não me levaria a formula alguma, até porque se existisse de fato, muitos não seriam mais anônimos.  Será que foi a relevância que as músicas têm na sua determinada época? Ou a complexidade em termos de arranjos? A poesia aplicada? Enfim, inúmeras ideias virão à cabeça. Mas falando em Almah, que mais se destaca em termos de Brasil no gênero Heavy Metal, e, como falava anteriormente de clássicos, quero afirmar que Trace of Trait tem pinta de clássico, posso dizer que tive amor à primeira vista pela canção. A levada rítmica, a melodia e o peso; nossa! São um conjunto de adjetivos que me fazem pensar que depois de anos o Brasil entra na esfera de clássicos mundiais no metal novamente. Trace of Trait soa como ima que leva a ouvi-la várias vezes e várias vezes.

O que é a voz do Edu nessa música? Contrapondo aos que adoram notas altas, ele ignora toda a estética e compõe uma roupagem simples e bonita. Um grave no início da musica que cativa e nos dá outras perspectivas sobre o novo álbum da banda. E os drives bem impostos ao cantar “Traaaace of Traaaaait” parecem vir da alma, nos motiva e nos empolga. Talvez muitos ainda perguntem: ...E as virtuosidades? ...E as progressões nos arranjos? ...E as orquestrações? ...E os corais? Muitos deles ainda não compreendem que o metal também pode ser objetivo, falar menos e com muito mais feeling e ser mais direto. Talvez essa seja a nova cara do estilo no Brasil, mas bem, vou deixar com que vocês tirem suas próprias conclusões.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Bandas agitam o Cavernas na noite Rad Rocker

Esse ano com a cena rock de Cuiabá fervendo, o blog Rad Rocker produziu o evento que animou o Cavernas bar no último sábado. Para quem não conhece o Rad Rocker é um coletivo que surgiu esse ano com o intuito de fomentar e movimentar a cena musical da cidade e numa breve conversa com os membros: Fiama Bamberg e André Brasil no evento, eles me afirmaram: “Pegamos o melhor momento da cena e ter as parcerias que temos hoje nos deixa feliz”. Percebemos com essas palavras uma grande força e estimulo vindo desses jovens produtores, com muita fome de produzir. O grupo tem como base a comunicação, pois mantém o blog que mistura notícia, agenda cultural, tudo sobre a cena rock cuiabana, nacional e internacional. O blog vem crescendo com os acessos, ganhando o gosto do público cuiabano, com isso a meta do Rad Rocker é fixar um evento ao mês e sempre melhorar com relação ao conteúdo do blog.

(Avatar de Divulgação)

O evento iniciou exatamente a meia noite com a banda Serramadre, que valendo a pena lembrar é a banda do vocalista da extinta banda cuiabana Aoxin, Levy Rabone. A banda pisa aos palcos com muita energia e conquista a atenção do público pela precisão e força nas batidas, e, instrumentalmente está muito bem organizada. O guitarrista e o baterista (os grandes Fronts da banda, na minha opinião), trabalham com um entrosamento dificilmente visto hoje em dia, a guitarra muito bem harmonizada dá todo o tesão nas musicas da banda, acompanhada ainda de um batera monstro que quase nos ensurdeceu (no bom sentido) com sua pegada. O vocalista Levy rouba a cena com simpatia ao interagir com o publico, nos parece que agora temos um Levy mais maduro musicalmente e é realmente admirável como vocalista, mas o vejo como peixe fora d’água em relação aos demais músicos da banda e a meu ver ele inda não se encontrou.

Em seguida a Tiasques como sempre surpreende com uma entrada bastante instigante, a banda caminha por elementos mais ousados no seu novo repertório. Fusion, funk e rock progressivo dão a nova cara do Tiasques que acaba de lançar seu novo single no myspace “Cavaleiro de Papel” que, aliás, ficou muito bom. O show dos caras como sempre preza pela qualidade sonora instrumental, onde viajam num universo todo particular, prendendo nossos olhos e ouvidos para um som que foge do convencionalismo. Além disso, a interpretação do vocalista Bruno Rodrigues é outro fator que completa a banda, tanto pela parte lírica quanto sua performance são bastante interessantes, tão interessantes que ao final do show ele se empolga e se debruça em cima da bateria para a euforia do público que aplaudiu a valer (rs).

Como sempre digo há sempre dois tipos de música que ouvimos: Uma que você aprecia e outra que você tolera. No caso da banda Black Mirror e bem provável que a tolerância foi grande no sábado. Sinceramente não gosto de causar polêmica muito menos causar escândalos pelas redes, mas o fato é que nunca ouvi um repertório tão exaustivo como o dos “Espelhos Negros” (traduzido). Na boa, tenho saudade da época em que banda pesada em Cuiabá era sinônimo de espetáculo e bom som, infelizmente agora parece que é apenas uma maquina de “pogação”. Não estou aqui para desrespeitar a banda ou quem a segue, mas apenas quero constatar algo que me incomoda e acho que tenho direito disso, pois não falo só como músico ou como comunicador, mas também como público que acompanho (por sinal há anos) a cena rock cuiabana. A Black Mirror possui uma estética forçada e todos os clichês negativos de uma banda do gênero, além do som que é confuso segue os mesmos padrões estereotipados. Gostei bastante da atuação do baixista que é o que mais se sobressai nas escalas, muito bom mesmo.

Enfim minutos depois a Lord Crossroad subiu ao palco sem a presença do Baterista Emerson Guerreiro que foi muito bem substituído por Nelson Kuchler, baterista da banda Sixtons, pois apesar de alguns tropeços a Lord faz um ótimo show, a banda toca músicas que viraram clássicos do rock cuiabano. Confesso que é estranho ver a banda com uma nova formação ainda, mas o melhor de tudo é ver Charles Myran Barös na ativa e com a voz e o bom humor a todo vapor. As musicas parecem estar com uma roupagem mais moderna e pesada do que costumávamos ouvir. No mais, o evento da Rad Rocker foi muito bacana, tomara que sejamos presenteados cada vez mais com eventos bem organizados. Parabéns aos Rad Rockers. Saiba mais: http://www.radrocker.blogspot.com

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Linha Dura e Macaco Bong no Cavernas Bar

 O QUE FICOU...

Na sexta-feira no Cavernas Bar a Nova Guarda realizou o show de encontro de dois expoentes da música mato-grossense: A banda Macaco Bong e o rapper Linha Dura. O evento marcou uma das melhores fazes em que vive a cena musical cuiabana e, principalmente uma reunião das personalidades de todas as gerações do cenário cultural de Cuiabá que compareceram ao bar para prestigiar os artistas.
A diversão começou por conta do rapper Linha Dura, no palco, comentou o quanto era importante esse momento da visita do Macaco Bong a Cuiabá. Logo depois ele abre com a música “Estátua”, que retrata um cotidiano comum vivenciado por jovens da periferia, depois o rapper mostra um pouco mais do que será o seu novo álbum tocando músicas novas com “Mundo Perfeito”, single recém-lançado onde protesta contra a homofobia no Brasil. E o show seguiu com as músicas “Vem Ni Mim” que também estará no seu novo disco. Linha Dura nos trouxe um trabalho mais maduro, avançou muito em questões técnicas (vocalmente falando), a interpretação que interage com as pessoas, casada com a linguagem que todos se identificam, e a participação total do técnico Markito nos Dubs e do Dj Valenz fazem um espetáculo a parte, transformando o que seria uma rima em cima duma base em verdadeiras orquestras, bandas de rock, discotecas e um grupo de Cururu tudo junto, Linha Dura é o que há de mais completo musicalmente falando. A cultura popular, para a alegria de todos, continua presente nas novas músicas, mas a carro chefe da noite foi a canção “Fora ” que trata de uma expressão da própria comunidade do Osmar Cabral onde mora o rapper. Essa canção tem uma levada bastante envolvente, estilo reggae de Marley.



E depois do público ansiosamente esperar, eis que sobem ao palco os meninos mais cobiçados da noite: Bruno Kayapy, Inaiã Benthroldo e Ney Hugo. O Macaco Bong nos mostrou o que a metrópole os inspirou nos últimos meses, com músicas novas, mais progressão e principalmente aquele feeling inconfundível dos meninos. Um dos shows mais intensos que já vimos da banda, afinal, em casa é que tudo flui mais a vontade, o público matou saudade de músicas como: “Fuck you Lady”, “Bananas for you all”, “Amendoín” e “Shift”. Macaco Bong é a desorganização sistemática musicalmente falando, as músicas novas principalmente, possuem roteiros imprevisíveis, sem deixar de ser audível e Pop.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bandas da Coletânea HellCity 2011 por aí...

 Ponto Seis e Rhox conquistando público universitário...

(Banda Ponto Seis - por: Dizão Gonçalves)

Essa semana aconteceu o primeiro Circuito de Comunicação do Unirondon – Centro Universitário onde eu estava presente e acompanhei a participação de duas bandas que farão parte do track list da Coletânea HellCity, uma delas é a Ponto Seis e a outra é a Rhox que, na verdade, sem o vocalista, pois a banda apenas acompanhou a cantora Janaína Carvalho na sua apresentação.
A banda Ponto Seis, como são fãs assumidos de Charlie Brown Jr, abriram o show com "Zóio de Lula" e mesmo um pouco tímidos no início, conseguiram depois mostrar a que vieram com bastante segurança. E no meio do show eis que começa um chuvisco, que para a surpresa de muitos, não inibe a banda, deu mais gás para uma apresentação bem animada e pra cima. O público foi chegando e finalmente o campus do Unirondon já estava quente o suficiente para que a banda interagisse ainda mais com os alunos. Em seguida a banda mostra um pouco mais do seu trabalho tocando músicas autorais como “Reggae da Felicidade” e “O Rei” (música que fará parte da Coletânea HC) que foi bem aceita pelos presentes.


(Janaína Carvalho acompanhada da banda Rhox - Por: Dizão Gonçalves)

Logo depois mesmo com um pequeno atraso subiu ao palco a banda Rhox para acompanhar a talentosíssima Janaína Carvalho, tocando o melhor do Pop Rock nacional e colocando aquela pitada de peso que todos conhecem da banda. Em seu repertório músicas cantadas o tempo todo tempo pelo público como Cássia Eller e Pitty, que balançava o campus a cada nota aguda entonada pela cantora, com muito carisma e simpatia.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Dream theater lança novo Single

Enfim retornam os anjos...

VERSÃO DE ESTÚDIO - http://www.youtube.com/watch?v=oasnbzEMV08&ob=av3e



(Primera foto oficial da banda com novo baterista)

...”Que é complexo, de qualidade, inteligente e esbarra a perfeição.” Disso ninguém discorda quando falamos em Dream Theater, porém o que mais determina nessa altura do campeonato a vida de uma das maiores bandas, se não a maior banda do gênero Metal Progressivo do mundo é um fator primordial chamado feeling. Aliás, feeling é o item principal que compõe o novo single do DT titulado “On The Back Of Angels”. Apesar de algumas repetições, sonoramente falando, que óbvio, impossível não ter dentro de uma banda de mais 20 anos, como por exemplo, as melodias do refrão que soam como os primeiros álbuns da banda, ou até mesmo a virtuosidade casada com os grooves e riffies mais expressivos executados pelo grande front man Jhon Petrucci. Mas o que realmente faz desse single especial para os fãs da banda é fato dele ser o primeiro single com o novo baterista Mike Mangini, acho que alguns além de mim também sentiram falta das frases longas nos tons e dos repiques inconfundíveis de Mike Portinoy (antigo baterista). Fiquem tranquilos! Não vou comparar mais que isso. Até porque, essa não é uma resenha sobre o novo single, nem sobre um novo baterista, mas sim sobre uma nova fase da banda. Pois um novo trabalho de uma banda já veterana é sempre um desafio a mais, já que os comentários serão sempre os mesmos: “Nossa! Essa banda continua muito foda” ou “Nossa! essa banda passou da hora de acabar”. E é a fase da carreira de qualquer ser humano em que se precisa provar cada vez mais a criatividade e inovação para continuar alegrando os fãs.


(Capa do novo album - A Dramatic turn of Events)

A nova música tem as passagens mais belas que podíamos esperar de uma atual Dream Theater. Ela é épica, étnica, clássica e ainda consegue ser popular, fora o peso e a progressão magnífica. O mais interessante é o quanto os músicos da banda conseguem nos deslocar para dentro do universo particular do DT, as melodias da voz são fortes, pop e tem um grande poder de nos chamar a canta-lo por várias e várias vezes. A primeira vez que ouvi pensei: “É o DT, só que com mais musicalidade e menos técnicas”. Depois avancei meus pensamentos para: “É um DT além de mais musicalidade, mais sentimento e principalmente mais harmonizado nas relações internas”. E para mim, isso não é por causa da saída do Portinoy, acredito que toda essa mudança poderia acontecer na presença dele também. Isso se deve a um processo natural de conivência que resulta em filtrar as coisas ruins e reciclar coisas boas. Outra coisa eu notei é que parece que a musica vem roteirizada de forma que traduz a fase em que a banda vive, as primeiras estrofes vêm com peso em que parecem querer dizer “estamos voltando com tudo, não morremos!”. E é isso que espero ver em todo o álbum novo, pois a chama ainda vive acesa no coração dos fãs, que venha A DRAMATIC TURN OF EVENT. #Ansioso

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Rappertório - Linha Dura lança novo single


Olá, leitores! Há quanto tempo não nos víamos? Então, essa semana eu volto com a coluna rappertório, que para os que não lembram é onde eu comento ou falo sobre assuntos relacionados ao Rap. E pra hoje temos o lançamento do novo single do rapper cuiabano Linha Dura, que foi lançado recentemente no youtube. A letra da música trás criticas diretas a homofobia e apoiando a diversidade sexual, e, também demonstra algumas opiniões bem pessoais (pelo que me pareceu...). Pois não é nada pretencioso, é a imagem de uma pessoa comum simplesmente falando o que pensa. O que para muitos, vai ser ou está sendo um choque já que Linha Dura utiliza linguagem explicita ao citar o preconceito como um todo e em todas as partes do Brasil. E provoca: “... “Mundo Perfeito” quem acredita é louco! Ê, Brasil preconceituoso!”. O som bem no ritmo funk com timbragens que trafega numa estética latina, trompetes, tubas e saxofones dão um ar animado despertando a atenção para o tema, que, aliás, merece cada vez mais. Pois no Brasil pessoas ainda sofrem discriminação, apanham e até mesmo morrem pela sua CONDIÇÃO SEXUAL (desconsiderando os termos “orientação” e “opção”), por isso precisamos de pessoas cada vez mais esclarecidas e que entendam a importância de respeitar as diferenças. O single do Linha Dura foi gravado no Estúdio Inca em Cuiabá e lançado pela Toda Vida produções. Confira a música abaixo:
VEJA NO YOUTUBE





segunda-feira, 14 de março de 2011

#Resenhas - Enterro dos Ossos Grito Rock Cuiabá

Dia das bandas diferentes e empolgantes...

Kriptonita (MT):

A banda abre nossa noite com uma pegada bem calma, um Indie rock que esquentou a Casa Fora do Eixo. O vocalista tem um timbre diferente e bem agradável, embora ache que poderiam inserir mais vozes para harmonizar melhor as músicas que tem refrãos bem fortes e impactantes. Logo depois tocaram uma música da banda Los Hermanos “Flor”, uma das bandas referências do Kriptonita.

Bily Brau e o Invrível Magro de Bigode (MT)


A banda tem uma estética bem diferente de palco, com apenas dois membros um baterista e um guitarrista e os dois cantam. Esse foi o primeiro show oficial da banda, porém demostram muita qualidade musical, experiência e uma grande preocupação quanto à estrutura das músicas. Os dois têm muita sintonia e entrosamento, ponto chave que resulta numa linha vocal muito bem harmonizada que esbarra a perfeição, nem parecendo ter só dois membros. A empolgação do show ainda aumentou quando Bily Brau puxa a música “Bela Dona” da extinta banda cuiabana Lord Crossroad da qual fazia parte. Detalhe: A nova versão da música ficou muito mais interessante.

Narciso Nada (PR)


A noite seguiu com mais uma banda do estilo Indie, porém mais alternativo, que me pareceu ter influências diversificadas, pois era como se cada integrante da banda tivesse uma essência e uma identidade musical diferente que deu corpo a um som bem legal. Deixaram pairar um clima bem calmo na noite passando o feeling das composições muito bem arranjadas ao público que correspondeu muito bem ao som da banda.

RHOX (MT)


A Rhox foi a banda que fez gerou o ápice da animação na noite, com seu peso e interpretação que empolgou a agitou o público. A Rhox completando seus sete anos de vida esse ano, parece estar cada vez mais madura musicalmente e profissionalmente falando, talvez a banda que mais apresentou esse perfil, fazendo um show direto e expressando bem os temas que abrangem. Seguiram a apresentação tocando a música da banda Rage Against the Machine formando rodas e levando o público aos pulos. E no final todos os amigos e fãs subiram ao palco para curtir e prestigiar os garotos que arrebentaram na noite.

HEUY (SP)


Banda de rock instrumental meio psicodélico e riffs bem viajados. Huey trouxe a alma da música ao palco mostrando que som instrumental não é só virtuosidade e complexidade. A grande essência estava toda no sentimento transmitido em cima do palco, que anestesiou o público do começo ao fim do show.

Big Jack (SP)


A despedida da nona edição do Grito Rock ficou na responsabilidade da Big Jack, que movimentou o público que mostrou que inda tinha muito pique. A linha é Rock básico com referencias da era oitentista tanto nacional quanto internacional. Um show bem pra cima e com muita qualidade sonora, o grupo ainda arrancou os aplausos do público ao tocarem uma música do Aerosmith.