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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Lista dos 10 cantores mais bem pagos em 2012 #Dinheiro


(Imagem ilustrativa da web)

Dinheiro? Você precisa dele? Sim? Claro! Todos nós precisamos, mas até que ponto o dinheiro pode interferir na vida de um artista com relação à criação? Por um lado inter-textualizando o ditado: "Não existe música mal produzida existe cantor sem dinheiro". Por outro lado os conceitos e a originalidade podem ser deixados de lado na vida musical de um cantor quando o dinheiro se torna o objetivo principal da carreira. O prazer de compor uma música, de expressar sentimentos, de deixar o coração explodir pela boca através da voz etc. Foi esquecido? Seque abaixo a lista dos 10 cantores mais ricos e poderosos da atualidade com seus ganhos anuais em dólares segundo a revista Forbes. Teria algum dos artistas abaixo deixado a musicalidade pra viver apenas o glamour e ostentação? Deixe seu comentário!


   RK

Músicos

 Valores anuais

  1°

elton-john um dos mais ricos cantores do mundo Elton Jhon US $ 80 milhões

  2°

bon-jovi um dos cantores mais bem pagos do mundo Bon Jovi US $ 60 milhões

  3°

britney-spears a cantora mais bem paga do mundo Britney Spears US $ 58 milhões

  4°

paul-mccartney um dos mais poderosos do mundo Paul McCartney US $ 57 milhões

  5°

taylor-swift alcancou o sucesso e a fama Taylor Swift US $ 57 milhões

  6°

justin-bieber conseguiu deixar muitos famosos para trás Justin Bieber US $ 55 milhões

  7°

toby-keith se destacou e acumula fortuna Toby keith US $ 55 milhões

  8°

rihanna e umas das mais bem pagas no mundo Rihanna US $ 53 milhões

  9°

lady-gaga continua fazendo sucesso e dinheiro Lady Gaga US $ 52 milhões

  10°

katy-perry fecha a listas dos mais poderosos cantores Katy Perry US $ 45 milhões
Fonte: Forbes



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Whitney Houston: Uma trilha sonora sem fim!

(Imagem da Internet)


É com tristeza que abro o primeiro post do ano no blog, afinal como já noticiaram milhares de sites, morreu a Diva da música pop Whitney Houston. Preparei várias coisas novas, planejei um superpost de estreia para 2012, mas infelizmente essa fatalidade veio à tona. Dia 11 de fevereiro pela manhã estava eu em casa me recuperando de uma infecção alimentar e nessas horas (não só nessas, mas como em quase todas as horas do meu dia), meu único anestésico para dores é a música. Meu playlist do dia foi estava recheado das diversas baladas pop anos 80 e R &B e coincidentemente às 14 horas desse dia, eis que começa o piano de “I have nothing” da Whitney e como de costume, eu sempre cantarolava junto com a voz da cantora, aliás, fazia isso desde a infância. Ela me inspirou, me motivou mesmo que indiretamente a cantar, quem me conhece sabe que ela fazia parte das horas mais tensas das quais já passei na vida. Mesmo com as críticas atualmente relacionadas à voz dela e sua performance, isso nunca deixou com que eu revivesse esses momentos que cresci com Whitney, afinal, cantar com uma voz brilhante com 48 anos não é pra qualquer um e ela dava banho em muitos artistas tens de 16 anos. Toda vida foi como se eu sempre a conhecesse e tivesse ela sempre perto de mim fisicamente como referencia pra cantar, TALVEZ SEJA ESSA A VERDADEIRA MAGIA DA MUSICA: APROXIMAR. E voltando ao dia 11 de fevereiro, às 16 horas saio com a minha mãe para ir ao médico e a ultima canção que ouço antes de sair é: “I will Always Love you”. Canção mais amada e também mais odiada por muitos pelo seu excesso de reprodução, mas pra mim MÚSICA BOA NÃO ENTRA EM EXAUSTÃO. Voltando pra casa umas 8 horas eu ligo o rádio e ouço a voz tensa e deprimida do locutor dizendo: “Acabamos de receber a nota de falecimento da Diva Pop Whitney Houston.” É... Foram exatamente 8 horas durante a noite buscando informações e com a esperança de que podia ser uma noticia falsa, mas infelizmente não era. É normal quando isso acontece, pois como eu disse éramos próximos através da musica.  Algumas pessoas me perguntaram se eu sabia de algumas curiosidades na voz de Whitney. Respondo: Sim, são muitas as curiosidades e a que sempre gosto de citar e o refrão da canção “I will Always love you” em que ela não respira durante os 20 segundos de refrão, e são poucas as DIVAS que conseguem. Detalhe ela é o limite, talvez o topo da complexidade vocal, é o exemplo de nível técnico que muitos ainda almejam. Quando eu pensava num estágio perfeito de canto tinha sempre a certeza em quem pensar: WHITNEY HOUSTON. Até agora ainda não consegui absorver a informação da sua morte, mas com certeza esse ícone como cantora, Afro-americana, mulher, DIVA (como era conhecida) vai ficar marcado no meu coração. Abaixo vou colocar 10 musicas da playlist dela que ouvi no dia 11 de fevereiro antes e durante a morte da cantora (16 horas):





















terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O ULTIMO SHOW DO ANO! - THE END SONG

(Imagens da Web)

É notório que todos hoje esperem um texto com todas as críticas e observações dos shows como faço o ano todo, até porque considero as palavras algo que de alguma forma façam as pessoas terem uma opinião mais detalhada daquilo que elas fazem no caso os músicos e também daquilo que ouvem. Há os que dizem que o que faço é falar mal, ou simplesmente uso das bandas como pauta pra ganhar views por ai. Porém aqui é um blog aberto, com um único autor onde divulgo para uma rede de amigos no facebook e no meu malling, porém a maioria que acessam nem são essas pessoas. Ou seja, o blog é algo livre que pode ser lido ou ignorado quando não apreciado. Essa é a grande mágica do uso da internet. PENSAR>VER>PENSAR>ESCREVER>PENSAR>PUBLICAR< esse é o meu método. É muito fácil e cômodo para os artistas terem aquele feedback positivo pós-palco até porque o público no momento quer apenas “ouvir um som”, porém é importante também que a cena tenha e observe as apresentações não apenas com um olhar primário. É essa a minha missão, até porque, estaríamos fazendo o que as rádios e a grande mídia burra faz com a massa: Um monte de produtos, artistas sem gerar nenhum tipo de questionamento ou informação sobre o que estão vendo, recebendo, comprando ou ouvindo. É por isso também, que pela primeira vez não quero falar dos shows com essa visão “crítica” ou técnica, quero falar o quão bom foi o evento da ultima sexta-feira no Cavernas Bar. Cuiabá realmente fecha o ano em uma boa fase. Aproveito pra parabenizar as bandas que trabalharam tocando na véspera da véspera do Natal, onde tivemos shows bastante empolgantes, e, nos despedirmos com bons ares desse ano intenso e produtivo. Bandas que retornaram bandas que acabaram; bandas que nascem... Essa é a Hellcity. Uma fábrica musical das mais variadas e variáveis sonoridades. Rap, Rock, Metal, Blues, Alternativo, Punk, Pós Punk, Pop e muita coisa a mais que rolou. Desejo boa sorte e sucesso para as bandas e grupos/coletivos que contribuíram pra esse ano bacanérrimo que foi 2011. Então ficamos assim, nada de críticas por hoje, mas ficamos na esperança que voltemos ano que vem com o mais gás e que as bandas se aprimorem cada vez mais para o crescimento desse cenário. FELIZ 2012 A TODOS E BEM VINDOS A UM RECOMEÇO!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Almah - Get a Wish: Um desejo de fim de ano



http://www.youtube.com/watch?v=AMed5Q8cud4

É lamentável como muitas vezes temos que nos deparar com essas situações, de mais uma das decepções, na minha concepção, no metal nacional. Pois muito o senhor Edu Falaschi falou e falou esse ano. Colocou a boca onde não devia, às vezes com razão, porém as formas é que foram levadas em consideração pelo público e pela mídia. No final das contas Edu acabou por se explicar e parcialmente compreendido. E foi por colocar a boca onde não devia é que ele se engasgou nas próprias palavras, pois realmente não dá pra entender o fato de alguém vir a público e decepar tudo que pensa sobre o público, falar de descentralização do cenário, de melhoras, de falta apoio dos fãs etc. Se o mesmo não consegue ao tentar sustentar o próprio discurso de “Amor ao Metal nacional”. Acredito que o amor que um artista (do Metal) brasileiro tenha pelo metal nacional, teria que estar aliado ao amor que ele tenha pelo seu público que ainda o incentiva, por mais pouco que isso ainda seja para ele. Francamente, ficam aqui então meus sentimentos de indignação pela falta de palavra de umas das maiores vozes do mundo: Edu Falaschi. E questiono: O público do Japão compra mais CD? Os shows lá lotam mais? Eles de fato são mais féis ao trabalho das bandas brasileiras que os próprios brasileiros? OK. Já que é assim que acontece, por que não estimular o público daqui também? Cadê a versão Luxo do AQUA que o Angra fez com vinil e o CD “Era Edu Falaschi”? Pois liguei uma vez para uma loja daqui e eles disseram que mandaram essa versão apenas pra Europa. E o pior de tudo, ou talvez melhor (só que para os japoneses e europeus), é que dessa vez o mesmo acontece com o lançamento do MOTION japonês do Almah, a música bônus pro Japão é muito boa, perfeita, fantástica. Enfim... Não tenho mais adjetivos pra falar o quanto amei essa música e o quanto é empolgante gritar “Get a wish! Get a Wish!” junto ao meu computador. Pois imaginem eu COMPRAR O CD E NÃO VIR UMA SUPERMÚSICA DESSA? Sim, Edu eu compro o CD e vou aos shows porque valorizo ter um registro físico das bandas que eu gosto. Caramba! Vão continuar essa palhaçada até quando de “bônus track para Japão”? Acho que antes de abrir a boca para falar, ou até mesmo para cantar, deve-se rever se o contexto todo está de fato “afinado”, porque falar que o público brasileiro não apoia as bandas nacionais e que são “chupa rola dos gringos” é fácil, pra depois simplesmente lançar um CD com uma música a mais para o Japão. ISSO É CONRTADITÓRIO. Pra mim isso mais do que “chupar a rola” é o mesmo que deixar os orientais “penetrarem”. Não adianta comer Sushi, meu amigo porque vai sempre arrotar feijoada. Fica aqui meu protesto e abraço aos fãs do Almah e os Angramaniacos.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Edith Piaf: Um Hino ao Amor

(Edith Piaf -  Imagem da web)

Uma das maiores divas da história da música com certeza merece uma singela homenagem desse blog. Exatamente hoje a cantora completaria 96 anos, nascida em Belleville, na França Edith Piaf, assim como outros cantores, teve sua carreira marcada pela excentricidade e os escândalos que perduraram sua vida. Pois sua época era marcada pelos pudores principalmente ligados à conduta feminina, onde o preconceito e a intolerância reprimiam a produção artística das mulheres.  Edith Piaf tinha uma voz estridente e com uma sustentação incrível, e, o seu vibrato é considerado um dos mais perfeitos bem interpretados.  Seus maiores sucessos são: L'accordéoniste (1940), La Vie en Rose'', Les trois cloches (1946), Hymne à l'amour (1950), Padam… Padam… (1951), Sous le ciel de Paris (1954), Non, je ne regrette rien (1960), Les amants d'un jour (1956).


Curiosidades: 1. A música “Hymne à l'amour” tem uma versão brasileira composta por Odair Marzano titulada “Hino ao Amor”, diferente do que muitos pensam a versão não foi escrita por Dalva de Oliveira, mas apenas interpretada. Não só Dalva, porém a versão portuguesa foi gravada também na voz de Wilma Bentivegna, Altemar Dutra e Vanusa.

2. “PIAF” não é seu sobrenome, foi batizada como Edith Giovanna Gassion. PIAF é o termo usado para um tipo de pardal pequeno na França, o apelido foi dado à cantora pelo seu primeiro “agente” Louis Leplée, dono do cabaré Le Gerny's, em Paris.



E PARA COMEMORAR O 96° ANIVERSÁRIO DESSA BRILHANTE CANTORA SEPAREI MINHAS PREFERIDAS PARA QUE VOCÊS CURTAM. DIVIRTAM-SE!









terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Hendson elege melhor música do ano - Deu no Factóide [3]

(Imagem retirada do blog)

"Como todos os anos o blog Factóide quer saber de mim e de outros parceiros da Hellcity: Qual a melhor música de 2011? E eu, guloso como sempre, não enviei apenas uma, mas sim duas músicas que me marcaram nesse ano, pois 2011 ao meu ver foi um ano de grandes produções e não dava pra ser só uma". VEJAM A MATÉRIA COMPLETA NO LINK ABAIXO E COMENTEM! 

ACESSE POR AQUI!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Veja como foi o Pré-lançamento da Coletânea Hell City Vol. I

A qualidade musical foi o ponto máximo do evento
A primeira Coletânea Hell City é uma produção e realização da CUFA-MT e  do selo Nova Guarda,ela reúne os principais nomes da música cuiabana num disco que ficará para história da música mato-grossense.
No último sábado dia 26 de novembro ,no Cavernas Bar , as bandas Kriptonita, Poste, Snorks e Monocromatas fizeram a festa que celebrou o Pré-lançamento da Coletânea. A ideia vem muita a calhar principalmente no período de crise em que vive a cena musical independente da cidade.
Banda Kriptonita
Os questionamentos são sempre os mesmos com relação à decadência do movimento: O público envelheceu? Os produtores deixam a desejar? Nenhum órgão apoia? Afinal o que acontece com a cena musical e roqueira de Cuiabá? Pois bem, não tenho certeza, mas o que acontece de fato é que a força de três anos atrás que a cena tinha vem caindo.
Banda Poste
Uma coletânea com uma superprodução de um pré-lançamento seria o “pulo do gato” para começarmos a nos resolver, porém o número de público não foi o esperado, afinal são 17 bandas sendo que 15 estão no território de Hellcity, com produções excelentes tanto na qualidade técnica quanto estética. Algo que terá repercussão nacional, que promoverá a circulação das bandas do nosso Estado. Eu que frequento e participo desse processo há sete anos nunca presenciei algo próximo disso.
Banda Snorks
Então, lembrando o que eu escrevi anteriormente, parece que por parte da produção e dos músicos a “dívida” foi paga no último sábado. Pois muitas eram as reclamações nos grupos do facebook e comentários nos blogs como: “Cuiabá só está tendo tributo”, “Falta qualidade pelo preço que cobram” E aí? Ainda vão continuar ouvindo música só no foninho e reproduzindo as mesmas asneiras nas redes, ou vão de fato apoiar as bandas que estão mostrando algo extremamente profissional? Felizes os que compareceram e apreciaram uma boa produção de luz, palco, música, e, principalmente bom atendimento às bandas e ao público.
Banda Monocromatas
Com tudo isso, a gravação da coletânea HC também estimulou as bandas a melhorar suas apresentações, uma prova disso é a Kriptonita que abriu a noite do Pré-lançamento da coletânea, nos levou o romantismo das letras para o palco. Simplicidade, som redondo e carisma são características que vem ao me lembrar da banda, que a cada dia surge ainda mais inspira.
A banda Poste segunda a subir no palco é uma das bandas mais curiosas dessa primeira edição da Coletânea Hell City Vol I, a guitarrista Marjorie chega tímida e com uma delicadeza, mas que surpreende a todos com o som “pancada nas orêia” que faz na guitarra acompanhada dos irmãos Alexandre e Marcos Fachini (seu pai) mostraram um instrumental bem construído fugindo da chatice e mesmice do virtuosismo.
E vão seguindo as apresentações com a Snorks, que agora vem trabalhando na divulgação da nova fase da banda, com guitarrista novo, músicas novas, novo isso, novo aquilo… Mas o que mais me chama atenção: um novo Felipe Dandolini (vocal). SIM, um vocalista mais espontâneo, menos preso no palco, e, o melhor de tudo, é que de fato assumiu o tom natural da sua voz tendo como principal item para a atuação um grande copo de “cerva” aos pés do palco (\m/).No mais, seria redundante falar que a banda quebrou tudo no palco numa pressão estrondosa etc! Etc! Etc.
Por fim, a banda Monocromatas que por sinal tem uma polifonia absurda (no bom sentido) finaliza a noite apresentando uma proposta bem bacana de tocarem com diferentes timbragens. Audaciosos naquilo que fazem, osMonocromatas agradam e chamam o público para perto do palco marcando a balada Hellcityana.
A coletânea está prevista para ser lançada no início de  2012 pelo Selo Nova Guarda e distribuição nacional via Circuito Fora do Eixo.
Mais informações: 6 9763/9289 4482

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O que estou ouvindo agora?

SÓ ALGUMAS...

Melhor do que simplesmente tocar ou cantar é poder ouvir sons sem o mínimo de compromisso, como público mesmo. Essa vai para a galerinha do MSN que pergunta o que eu ouço além do que sempre posto. Pra começar quero dizer que sou bem eclético, porém uma ecleticidade seletiva, gosto daquilo que é BOM, mas o que é bom? Considero bom aquilo que é bem construido, inspirado e relevante. Na atualidade ouço muitas coisas, não sou do tipo que abomina as "modinhas", apenas as selecionos muito bem, óbvio, pois estamos cada vez mais decadentes de boas produções. Então ai vão algumas coisas.

http://youtu.be/hLQl3WQQoQ0

http://www.youtube.com/watch?v=Dl1D7HqrW-I

http://youtu.be/R7ftBEq2ON8
http://youtu.be/9WtU2zuxGug

http://www.youtube.com/watch?v=sAebYQgy4n4&ob=av2e

http://www.youtube.com/watch?v=X9YMU0WeBwU&ob=av2e

http://www.youtube.com/watch?v=fHGKG9dyTKI&ob=av2e


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ensaiando é que se aprende!

Para quem ainda nãos sabe estou prestes a participar de um eliminatória pra um Reality Show musical nacionalmente conhecido. E em um dos meus ensaios não percebi que estava com minha web cam ligada e acreditem foram gravadas cerca de 2 hrs de ensaio. Sempre tive a ideia de gravar um vídeo cantando, mas não naquele dia e nem naquelas condições, mas tomei coragem e vou dividir isso com vocês (RS). No repertório tem vário estilos diferentes, pois ainda estou em fase de experimentar e também nunca me entreguei de fato a cantar música pop.  No entanto tentarei fugir disso um pouco. No vídeo abaixo vocês me verão cantando: Sexed up (Robbie Williams), Dream on (Aerosmith) e Rolling in the deep (Adele) TOTALMENTE À CAPELA. Espero que vocês apreciem rs.

Cuiabá: Acusticamente Inesquecível



O evento Acústico Cult Wear no sábado foi com certeza o evento mais tranquilo e aconchegante do ano. “Nada de álcool e Muita música boa” era a ordem da casa, que, aliás, só obedeceram em relação à música (RS). Foi bem bacana a proposta da Rad Rocker, pois proporcionou visualizarmos um novo espaço a ser ocupado por bandas e produtores, a loja Cult Wear. Além disso, foi bacana ver as bandas cuiabanas mostrando seu lado acústico, porque afinal é assim que todas as composições nascem. Eu particularmente considero essa vibe a mais complicada, já que todos os nossos tropeços ficam evidentes com o som muito clean, mas ai que está o legal disso: Ver tudo fluindo naturalmente. Ao invés de distorções e músicos pulando no palco, a noite foi dos violões e dos pufes. Os garotos da Serramadre, por exemplo, mostraram que estão prontos para qualquer desafio, apresentaram suas versões acústicas muito bem construídas. No início um show meio morno, mas acho que foi mais pela ordem do repertório. Logo depois a coisa começou a esquentar, o vocalista Levy Rabone apresentou uma qualidade vocal incrível, pois como já falei, é complicado fazer acústico principalmente para os vocalistas e sinceramente, ele é a mais completa voz da “cena” do rock cuiabano atualmente (arrepiante). Logo após chega a Ponto Seis com o seu Reggae que agitou a todos, a banda chama atenção pelo repertório variado de covers e músicas autorais que vão desde o Hardcore, Reagge e Pop Rock. Foi interessante, ver como as bandas cuiabanas, pelo menos as que tocaram nessa noite, demonstraram bastante profissionalismo, e mais, se divertindo ao tocar. No caso da Ponto Seis podemos ver uma banda muito inspirada e inspirável, os garotos tem o poder imenso de cativar muitos fãs principalmente jovens.



E as apresentações não pararam por ai, ainda tivemos a presença da Lord Crossroad
que agora está de baixista novo, o Diego Fornalha músico veterano da cena, já tocou na banda The Melt há algum tempo. A banda também contou com a participação do guitarrista Mayconn Sauder que juntos fizeram um verdadeiro espetáculo acústico com todo o repertório da banda, com várias músicas conhecidas pelos cuiabanos. No mais o evento foi muito bacana, mais uma vez a Rad Rocker provou que estão com tudo e esperamos ver eventos cada vez melhores com certeza.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

SNORKS: AGORA FALTA POUCO!


Depois de longa data fora dos palcos, a banda Snorks faz os últimos retoques para a reestreia no próximo dia 16 sexta-feira, no lançamento do 2° EP da Sing Out. É obvio que estamos todos ansiosos esperando o que virá do novo som. E para esquentar nossos ânimos e nos deixar com uma pitada de curiosidade eles liberaram uma parte do set list do show que conta com músicas inéditas, dentre elas “One More Sunday” que estará na coletânea HellCity desse ano e aquelas que o público já conhece do último trabalho “Tempo Zero”, confiram:

Set List:

-What´s your name (inédita)
-Game over
-Meu groovie (inédita)
-Tempo zero
-One More Sunday(inédita)

Então, esperamos todos amanhã as 22:30 hrs no Cavernas bar para coferir o Lançamento do EP da Sing Out e de quebra o show histórico da volta da Snorks.

Almah: lançando single Trace of Trait + Clipe



Gostaria muito de abrir esse post com uma pergunta: O que fazem músicas como: The Number of he Beast, Painkiller, One, Stairway to heaven, Smoke on the Water dentre outras virarem clássicos? É obvio que essa pergunta além de redundante e sem destino não me levaria a formula alguma, até porque se existisse de fato, muitos não seriam mais anônimos.  Será que foi a relevância que as músicas têm na sua determinada época? Ou a complexidade em termos de arranjos? A poesia aplicada? Enfim, inúmeras ideias virão à cabeça. Mas falando em Almah, que mais se destaca em termos de Brasil no gênero Heavy Metal, e, como falava anteriormente de clássicos, quero afirmar que Trace of Trait tem pinta de clássico, posso dizer que tive amor à primeira vista pela canção. A levada rítmica, a melodia e o peso; nossa! São um conjunto de adjetivos que me fazem pensar que depois de anos o Brasil entra na esfera de clássicos mundiais no metal novamente. Trace of Trait soa como ima que leva a ouvi-la várias vezes e várias vezes.

O que é a voz do Edu nessa música? Contrapondo aos que adoram notas altas, ele ignora toda a estética e compõe uma roupagem simples e bonita. Um grave no início da musica que cativa e nos dá outras perspectivas sobre o novo álbum da banda. E os drives bem impostos ao cantar “Traaaace of Traaaaait” parecem vir da alma, nos motiva e nos empolga. Talvez muitos ainda perguntem: ...E as virtuosidades? ...E as progressões nos arranjos? ...E as orquestrações? ...E os corais? Muitos deles ainda não compreendem que o metal também pode ser objetivo, falar menos e com muito mais feeling e ser mais direto. Talvez essa seja a nova cara do estilo no Brasil, mas bem, vou deixar com que vocês tirem suas próprias conclusões.

sábado, 10 de setembro de 2011

NOS BASTIDORES DA SNORKS! LOADING...


A Snorks nesse feriadão de 7 de setembro realizou um dos ensaios finais para a grande reestreia que acontecerá no dia 16 e setembro no Cavernas Bar ao lado os amigos da Sing Out que estarão lançando seu novo EP. E eu, não pude deixar de conferir os ensaios finais, então resolvi invadir o estúdio para contar um pouquinho do que está vindo por aí da nova Snorks.


O Power trio que agora é Felipe Danolini (baixo/vocal) Edson Santana (Bateria/Backing vocal) e o novo membro Elvis Azevedo (Guitarra/Backing vocal) trabalham incansavelmente para a execução de um grande show que será o marco depois do hiato de um ano na carreira da banda, pois o caminho foi longo e sem atalhos para chegar onde estão. Agilidade, musicalidade, precisão, peso e diversidade são quase todas as palavras que definem o novo som da banda, além do mais, a qualidade que é surpreendente.


A bateria: se lembram dos pivôs? Então, eles voltam e com mais força do que de costume, pois Edson Santana atinge seu estágio máster falando em técnica, para quem já o admirava pela pegada, agora teremos batidas com mais dinâmicas e elaborações. A voz? Felipe Dandolini atrai pela expressividade na colocação da fala, acompanhado de refrãos que são poderosos e, apesar de algumas canções estarem em inglês, tenho certeza que muita gente vai cantar e muito as musicas da banda. Pois as melodias são bem trabalhadas e ao mesmo tempo fáceis.


O novo membro da família Snorks? Chega agitando com as palhetadas rápidas, empolgantes e já ensaiando os pulinhos HC (rs). Ao que me parece ele se adaptou bem no grupo, está bastante entrosado e participou de todo processo de composição das novas musicas. Elvis está bastante empenhado na execução das musicas antigas que ainda farão parte do repertório e, afirmo que as musicas antigas estão ainda melhores nas mãos do garoto.

Em paralelo a banda produz seu novo álbum e acaba de gravar o single que estará na 1° Coletânea Hell City. E AGUARDEM, faltam apenas mais uns ajustes para teremos de volta uma das maiores bandas que Cuiabá já teve.

Fotos: Hendson Santana

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Bandas agitam o Cavernas na noite Rad Rocker

Esse ano com a cena rock de Cuiabá fervendo, o blog Rad Rocker produziu o evento que animou o Cavernas bar no último sábado. Para quem não conhece o Rad Rocker é um coletivo que surgiu esse ano com o intuito de fomentar e movimentar a cena musical da cidade e numa breve conversa com os membros: Fiama Bamberg e André Brasil no evento, eles me afirmaram: “Pegamos o melhor momento da cena e ter as parcerias que temos hoje nos deixa feliz”. Percebemos com essas palavras uma grande força e estimulo vindo desses jovens produtores, com muita fome de produzir. O grupo tem como base a comunicação, pois mantém o blog que mistura notícia, agenda cultural, tudo sobre a cena rock cuiabana, nacional e internacional. O blog vem crescendo com os acessos, ganhando o gosto do público cuiabano, com isso a meta do Rad Rocker é fixar um evento ao mês e sempre melhorar com relação ao conteúdo do blog.

(Avatar de Divulgação)

O evento iniciou exatamente a meia noite com a banda Serramadre, que valendo a pena lembrar é a banda do vocalista da extinta banda cuiabana Aoxin, Levy Rabone. A banda pisa aos palcos com muita energia e conquista a atenção do público pela precisão e força nas batidas, e, instrumentalmente está muito bem organizada. O guitarrista e o baterista (os grandes Fronts da banda, na minha opinião), trabalham com um entrosamento dificilmente visto hoje em dia, a guitarra muito bem harmonizada dá todo o tesão nas musicas da banda, acompanhada ainda de um batera monstro que quase nos ensurdeceu (no bom sentido) com sua pegada. O vocalista Levy rouba a cena com simpatia ao interagir com o publico, nos parece que agora temos um Levy mais maduro musicalmente e é realmente admirável como vocalista, mas o vejo como peixe fora d’água em relação aos demais músicos da banda e a meu ver ele inda não se encontrou.

Em seguida a Tiasques como sempre surpreende com uma entrada bastante instigante, a banda caminha por elementos mais ousados no seu novo repertório. Fusion, funk e rock progressivo dão a nova cara do Tiasques que acaba de lançar seu novo single no myspace “Cavaleiro de Papel” que, aliás, ficou muito bom. O show dos caras como sempre preza pela qualidade sonora instrumental, onde viajam num universo todo particular, prendendo nossos olhos e ouvidos para um som que foge do convencionalismo. Além disso, a interpretação do vocalista Bruno Rodrigues é outro fator que completa a banda, tanto pela parte lírica quanto sua performance são bastante interessantes, tão interessantes que ao final do show ele se empolga e se debruça em cima da bateria para a euforia do público que aplaudiu a valer (rs).

Como sempre digo há sempre dois tipos de música que ouvimos: Uma que você aprecia e outra que você tolera. No caso da banda Black Mirror e bem provável que a tolerância foi grande no sábado. Sinceramente não gosto de causar polêmica muito menos causar escândalos pelas redes, mas o fato é que nunca ouvi um repertório tão exaustivo como o dos “Espelhos Negros” (traduzido). Na boa, tenho saudade da época em que banda pesada em Cuiabá era sinônimo de espetáculo e bom som, infelizmente agora parece que é apenas uma maquina de “pogação”. Não estou aqui para desrespeitar a banda ou quem a segue, mas apenas quero constatar algo que me incomoda e acho que tenho direito disso, pois não falo só como músico ou como comunicador, mas também como público que acompanho (por sinal há anos) a cena rock cuiabana. A Black Mirror possui uma estética forçada e todos os clichês negativos de uma banda do gênero, além do som que é confuso segue os mesmos padrões estereotipados. Gostei bastante da atuação do baixista que é o que mais se sobressai nas escalas, muito bom mesmo.

Enfim minutos depois a Lord Crossroad subiu ao palco sem a presença do Baterista Emerson Guerreiro que foi muito bem substituído por Nelson Kuchler, baterista da banda Sixtons, pois apesar de alguns tropeços a Lord faz um ótimo show, a banda toca músicas que viraram clássicos do rock cuiabano. Confesso que é estranho ver a banda com uma nova formação ainda, mas o melhor de tudo é ver Charles Myran Barös na ativa e com a voz e o bom humor a todo vapor. As musicas parecem estar com uma roupagem mais moderna e pesada do que costumávamos ouvir. No mais, o evento da Rad Rocker foi muito bacana, tomara que sejamos presenteados cada vez mais com eventos bem organizados. Parabéns aos Rad Rockers. Saiba mais: http://www.radrocker.blogspot.com

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Snorks Came Back! Produz ensaio fotográfico



 (Snorks - Nova Formação - Por: Dizão Gonçalves)

Em plena tarde de domingo de 21 de agosto, a Toda Vida Produções saiu para mais uma produção que antecipará o lançamento da coletânea HellCity. Dessa vez foi a vez da Snorks que fez um ensaio fotográfico para a atualização do seu release. A banda vem a todo vapor na produção e ensaio do seu novo disco que será o sucessor do álbum “Tempo Zero”. Toda a gravação e produção está sendo feita no estúdio Inca em Cuiabá sob orientação do selo Toda Vida.

(Snorks - Verdinho CPA - Por: Dizão Gonçalvez)

A primeira ideia que tivemos era de realizar as fotos durante o dia, para expressar algo mais clean já que se tratava apenas de uma foto pra Release, mas algumas conturbações proporcionaram um eventual atraso das fotos. E assim, acabamos optando por não perder viajem e botar a mão na massa. Começamos pelo Centro Esportivo Verdinho no CPA, já que todo visual do local nos davam todas as características da banda (skate, grafites, pessoas etc.). Logo depois, corremos para a Praça das Bandeiras que fica localizado dentro do Centro político administrativo de Cuiabá. Esse lugar já foi bastante curioso pelo fato de termos a nosso favor, algumas luzes que deram um aspecto de aconchego e, ao mesmo tempo sem fugir da linha Rock que precisávamos. O grande barato foi a espontaneidade do momento e o quanto nos divertiu fazer este trabalho, mesmo que em pleno domingo (rs). Toda a captação ficou nas mãos do fotógrafo Dizão Gonçalves, que, aliás, fez um excelente trabalho.

( Snorks - Praça das Bandeiras - por: Dizão Gonçalves) 

No mais, a banda volta ainda mais madura musicalmente e, principalmente com relação a sua identidade que ao que nos parece, a banda trabalha na perspectiva de cantar em inglês e ainda trabalhar com referencias sonoras diferenciadas como folk rock, mais peso e sem perder o melhor da roupagem californiana do Punk Rock, também agora com mudanças na formação, quem está responsável pelas guitarras é Elvis Azevedo,  que por sinal, já tem nome de rei do Rock. Os caras ainda antecipam que esse será o melhor trabalho já realizado em toda a carreira da banda.